Li o seguinte comentário numa publicação no Facebook, e com o qual eu concordo plenamente
A imigração muçulmana para o Ocidente não se resume apenas à guerra.
Não se trata apenas de "procurar uma vida melhor".
E definitivamente não é um ato espontâneo de mistura cultural.
É Hégira. E é uma ordem.
Hégira não é apenas uma palavra para "migração".
No Islão, é uma obrigação religiosa migrar para terras não muçulmanas com o propósito de disseminar o Islão e estabelecê-lo como o sistema dominante.
Esta ideia remonta diretamente ao próprio Maomé, que fugiu de Meca para Medina em 622 d.C., não para escapar à guerra, mas para construir poder estrategicamente.
Esta migração, conhecida como a Hégira original, marca o início oficial do calendário islâmico, tal é a sua centralidade e celebração no Islão.
A partir desse momento, a Hégira tornou-se um modelo para a conquista islâmica:
• Mudar-se para terras não muçulmanas
• Formar comunidades muçulmanas insulares
• Construir mesquitas e instituições religiosas
• Conquistar bases legais e políticas
• Implementar lentamente as normas e leis islâmicas (Sharia)
• Finalmente, substituir a cultura de acolhimento pela supremacia islâmica
Não acredite apenas na minha palavra. Acredite na de Maomé:
“Recebi a ordem de lutar contra o povo até que diga: ‘Não há divindade além de Alá’.” — Sahih al-Bukhari 385
Isto não é apenas linguagem religiosa. É um plano de batalha.
O próprio Alcorão elogia aqueles que abandonam os seus lares pela causa de Alá:
“Aqueles que emigraram pela causa de Alá depois de serem injustiçados, certamente os estabeleceremos neste mundo num bom lugar.” - Alcorão 16:41
“E quem emigra pela causa de Alá encontrará muitos lugares e abundância.” — Alcorão 4:100
O ideólogo da Irmandade Muçulmana, Yusuf al-Qaradawi, foi direto:
“Conquistaremos a Europa, conquistaremos a América, não pela espada, mas através da Da’wah (proselitismo) e da Hégira.”
Não se trata de bombas a cair. Trata-se de uma ordem para difundir o Islão. Sempre. Em todos os lugares. Não importa as condições.
E até que a América/Europa entenda a Hégira como uma arma de conquista, continuaremos a perder terreno — política, jurídica, demográfica e culturalmente.
Copiado e partilhado... Devo acrescentar que a maioria das religiões tem passagens extremas como o olho por olho. Passagens sobre obedecer aos seus mestres... etc. No entanto, A DIFERENÇA é que estas pessoas 🙄 seguem os seus livros à risca! Admitem-no abertamente, observam... desempenham o papel, e as provas são esmagadoras.

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